domingo, 18 de abril de 2010

Minha afilhada

Como muitos já devem saber, vou ser titia. Aliás, mais que titia: vou ser a feliz madrinha da filha da minha irmã. Em geral sou péssima com crianças - não seguro direito, não sei trocar fraldas, não consigo acompanhar o ritmo frenético delas e, incrível!, elas me deixam muito tímida. Mas é engraçado. Quando a gente sabe que essa criança vai fazer parte da nossa família, da nossa história, a situação é diferente. Já estou ansiosa pelos dias que vou passar com ela quando minha irmã e o marido quiserem namorar. E sei que não vou fazer feio, que vou aprender tudo rapidinho e ser uma madrinha coruja, que vai fazer de tudo para atender os desejos dela. Ela vai nascer com cara de joelho, mas vou achar que ela é a menina mais linda do mundo. Ela vai chorar quando eu for cuidar dela, mas aí nessa hora eu vou chamar minha mãe para acalmá-la - pra tudo na vida tem limite, né? Brincadeira (rs). O complicado é que ela vai nascer em véspera de eleições, quando ainda não sei nem se terei tempo de pentear meus cabelos. Mas seja o que Deus quiser. O Enéas pode ressuscitar, concorrer aqui em Goiás e ganhar a eleição que vou dar um jeito de ficar bastante tempo com ela. Que setembro chegue logo!

sábado, 3 de abril de 2010

Para não abandonar

* Me recuso a deixar esse espaço abandonado. Então, apesar de não estar inspirada, vou escrever quelque chose. Hum....Terminei de ler um livro ótimo: A Flor da Inglaterra, de George Orwell. É a primeira vez que leio um livro estrangeiro em que eu reconheço os cenários. Picadilly Circus, Leicester Square...eu fui! (rs). Doesn't matter. Voltando ao livro. É muito engraçado, e duvido muito que todos nós não nos reconheçamos em algum momento em Gordon Comstock e sua vida pequeno-burguesa guiada pelo dinheiro. Gordon e sua implicância com as aspidistras. Sério, eu acho que tenho talento para encontrar livros bons. Fica a dica para quem quiser se deliciar com uma literatura engraçada sobre o mau humor.

* Agora volto firme no propósito de ler mais um livro em francês. Pulei da faixa da edição super facilitada para uma apenas facilitada. Estou compreendendo bem. Agora só me falta usar isso para fazer construções orais. A parte mais difícil é essa. Afinal, sempre gostei mais de ler do que de falar. Vai ser complicado. Mas eu chego lá. O livro é um romance policial chamado Maigret et la vielle dame. Como o livro tem algumas fotos, creio que ele já virou um filme. Pensei até que fosse Conduzindo Miss Daisy, mas não tem nada a ver.

* Nesse exato momento estou em Pires do Rio com o Rodrigo, ouvindo música sertaneja, tomando um caldinho e esperando o churrasco. É aniversário da minha sogrinha querida. E quem ganha o presente somos nós! (rs). Aqui sim eu consigo descansar. Pires, Pires....Isso é que é cidade!!!!

* Sem mais comentários, queridos pescoços!