quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Duas vezes na fila do egoísmo

Empatia. Taí uma coisa que tenho de sobra. Consigo entender as necessidades dos outros, os sentimentos bons e ruins. Só não consigo entender o egoísta ao extremo. Claro que tenho meus momentos egoístas, quem não quer ter tudo? Mas uma hora, um segundo só que seja, é preciso pensar no próximo. Se não for por generosidade, que seja pensando que talvez você vai precisar daquela pessoa. Uma lição que aprendi cedo é que o mundo dá voltas, muitas voltas. Hoje eu posso ser uma faxineira, amanhã eu posso ser presidente da empresa que você trabalha. Hoje eu posso precisar de um real, amanhã você pode precisar da minha medula óssea. Estou sendo um pouco dramática pra deixar o texto mais sentimental (rs), mas a verdade é bem essa. Eu não tenho coragem de recusar um favor por vingança, mas pense bem: tem muita gente que não vê a hora de fazer isso. Então, por favor, se você não sabe o que é generosidade, saiba o que é raciocínio lógico. O pior é que escrevo esse texto sabendo que meus amigos são pessoas do bem, e quem realmente precisa ler isso não lerá. E se ler não vai fazer a menor diferença, porque é egoísta mesmo. Odeio os egoístas. E eu precisava desabafar. Obrigada pela atenção.

3 comentários:

  1. Ai Erika, certas pessoas, nem precisando de outrem depois, não aprendem. É duro saber que o mundo é assim... infelizmente, as que têm empatia, são minoria...

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  2. Nem preciso comentar sobre este pensamento. Você sabe que me sinto exatamente deste jeito. Detalhe, tenho muito medo das pessoas extremamente egoístas, porque egoismo todos nós temos um pouco.

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